Prontuário de jovem que morreu após redução de estômago foi adulterado
Publicação: 14/02/2012 17:24 Atualização: 14/02/2012 20:57
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) declarou que houve alteração no prontuário apresentado no processo que apura a morte da professora e advogada Fernanda Wendling, após submeter-se a uma cirurgia de redução de estômago em 2006. O reconhecimento feito pela 2ª Turma Criminal do TJDFT foi divulgado nesta terça-feira (13/2).
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Médico responsável por cirurgia em professora que morreu vai a júri popular MP apura morte de segunda paciente do médico Lucas Seixas Cirurgião Lucas Seixas responderá por outra morteAlguns dados foram acrescentados no documento emitido pela médica Ângela Beatriz Zapallá. O prontuário traz informações sobre índice de massa corporal - IMC e peso da paciente. Com a declaração de falsidade, o documento não serve como prova. A ação foi proposta pelo MPDFT após os membros da Promotoria de Justiça Criminal de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde (Pró-Vida) indicarem que há duas cópias do prontuário da vítima no processo.
O relator do discurso afirmou que "confrontando-se as cópias acostadas com o documento original, fica evidente o acréscimo de dados clínicos importantíssimos no prontuário médico original da paciente, após ter sido solicitada sua apreensão pela autoridade judicial, quase 5 anos depois da data da efetiva consulta médica".
Lucas Docas vai a júri popular e responderá pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e falsidade ideológica. Segundo a acusação, o cirurgião teria falsificado documentos para realizar a cirurgia às custas da seguradora da vítima.
Segundo o advogado do médico Cléber Lopes de Oliveira, a declaração do TJDFT é contraditória. "Nós entramos com um embargo de declaração para que o Tribunal esclareça as acusações. Só foi comprovada a falsidade do documento, mas não das informações que estavam nele". De acordo com a defesa, o material alterado não foi usado como prova. O advogado também contesta que não foi feita a perícia para saber quando a médica anexou as informações.
Sobre a relação entre Lucas Seixas e Ângela Zapallá, Cléber Lopes diz que o réu não conhecia a médica e eles não têm nenhuma relação.
Relembre o caso
Em 2009, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu inquérito para investigar a morte de Fernanda, paciente do médico cirurgião Lucas Seixas Doca Júnior, que já havia sido denunciado à Justiça pelo óbito da psicóloga Maria Cristina Alves da Silva, em 2008. A morte das duas teria sido em condições parecidas.
Maria Cristina Alves da Silva veio a óbito dias depois da cirurgia de redução de estômago e tanto o MP quanto os parentes da psicóloga acusam Seixas de ter sido negligente no pós-operatório. Por isso, na denúncia à Justiça, o promotor pediu que o médico fosse processado por dolo eventual — quando a pessoa assume o risco de matar.
Lucas Seixas Doca Júnior
Contato
SQSW 300 Bl N, s/n ap 305
Sudoeste - Cruzeiro - DF
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Tel: (61) 3233-25
*sobre o médico que faz a redução do estômago no distrito federal ( Lucas seixas) ou Lucas Seixas doca junior * 2013
ResponderExcluirAutor: Vivian Moreira
Oi Cynthia Dourado sou Quiteria irmã da Maria Cristina vitima do Dr Lucas gostaria se possivel que você entrasse em contato comigo quiteriacarvalho@hotmail.com obrigada!!!
Autor: karina trindade
Ele esta proibido de operar em vários hospitais de brasilia!! divulguem a foto dele, o nome de sua clínica e tudo mais!!! Se a justiça é lenta a net e a informação não é!!!!
Autor: karina trindade
Meu amigo Felicio Palazzo morreu na mão desse "assassino",por negligência no pós-operatório,os própios cirurgiões de Bsb não confiam nele, dizem que ele é um PICARETA SAFADO E QUE NÃO ESTA NEM AI P/ OS PACIENTES!temos que divulgar em todas as frentes p/ que mais ninguém opere com ele!CHEGA DE MORTES!
Autor: Luciana Lopes
Porque o hospital Daher situado no bairro nobre de Brasília (Lago sul) aceita que esse médico faça cirurgias nas suas dependências? O hospital tem obrigação de zelar pelos pacientes. O Felício foi conduzido à morte por acreditar nas referências que lhes foram dadas por médicos de confiança.
Autor: cynthia dourado
Também quase morri, por negligencia desse homem que se diz medico.
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